Itaipu investe em energia renovável para fortalecer Hospitais Filantrópicos

Itaipu investe em energia renovável para fortalecer Hospitais Filantrópicos

Crédito das fotos: Luis Batista/Itaipu Binacional
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A Itaipu Binacional, em parceria com a Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Paraná (Femipa), anunciou, nesta segunda-feira (3), o lançamento do programa Femipa Energia, em Curitiba. O projeto visa implantar sistemas de geração solar fotovoltaica para abastecer hospitais filantrópicos do estado, com um investimento total superior a R$ 81 milhões.

Com a implementação de 18 megawatts de geração fotovoltaica até fevereiro de 2027, as instituições associadas à Femipa deverão economizar cerca de R$ 11,7 milhões por ano, o que representa 35% do consumo de energia elétrica dessas entidades. O diretor-geral brasileiro da Itaipu, Enio Verri, ressaltou a importância do programa, que se alinha à política da empresa de apoiar municípios com baixos Índices de Desenvolvimento Humano (IDHs) e focar em áreas como saúde e meio ambiente.

Héracles Alencar Arrais, diretor-geral da Santa Casa de Paranavaí e vice-presidente da Femipa, destacou o impacto positivo da iniciativa. “Esse investimento traz um ganho enorme para as entidades filantrópicas, permitindo que economizemos em energia e redirecionemos recursos para outras áreas críticas”, comentou.

Carlos Carboni, diretor de Coordenação da Itaipu, acrescentou que o projeto representa um avanço na transição energética. “Estamos oferecendo uma solução de energia limpa que beneficiará municípios e hospitais, contribuindo para a sustentabilidade e o bem-estar das comunidades”, afirmou.

O programa inclui a construção de quatro usinas fotovoltaicas: três na área de distribuição da Copel e uma da Energisa, em Guarapuava, além de 29 pequenas usinas em cada hospital filantrópico. O presidente da Femipa, Charles London, considerou o dia um marco importante para os hospitais do Paraná, que agora contarão com um suporte energético mais eficiente.

O projeto será executado em duas fases: a primeira consiste na instalação de usinas em unidades hospitalares, com início previsto para abril de 2025. A segunda etapa incluirá a implantação de usinas em solo em quatro municípios, com obras programadas para junho de 2025.