Uma colisão entre aeronaves na noite de quarta-feira (29), sobre o Rio Potomac, se tornou o desastre aéreo mais letal nos Estados Unidos desde o trágico acidente de 2001, que envolveu um voo da American Airlines em Nova York. Na ocasião, todas as 260 pessoas a bordo perderam a vida.
O voo 587 da American Airlines caiu em Belle Harbor, Queens, dois meses após os ataques de 11 de setembro. Embora tenham surgido preocupações sobre possíveis sabotagens, o National Transportation Safety Board (NTSB) não encontrou evidências que corroborassem essa hipótese. O acidente de 2001 permanece como o que causou o maior número de mortes na história da aviação americana.
O acidente recente resultou na morte de aproximadamente 60 pessoas. Em pronunciamento na Casa Branca nesta quinta-feira (30), o presidente Donald Trump confirmou a ausência de sobreviventes.
O Acidente
De acordo com a Administração Federal de Aviação (FAA), a colisão ocorreu enquanto a aeronave se aproximava da pista. Em resposta ao incidente, a FAA suspendeu temporariamente os voos no Aeroporto Nacional Reagan.
O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Emergência Médica de Washington, D.C., confirmaram que a aeronave caiu no rio e que equipes de resgate estão atuando na área. O avião envolvido no acidente era o voo 5342 da American Airlines, operado por um jato regional Bombardier CRJ700 da PSA Airlines, que partiu de Wichita, Kansas.
A investigação do acidente está a cargo do NTSB, em colaboração com a FAA.













