A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e a Polícia Federal (PF) estão investigando novas ameaças de morte contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Segundo denúncias preliminares, um ataque estaria planejado para este mês, utilizando explosivos e um fuzil .50 Barrett, conhecido por sua capacidade de derrubar helicópteros. O ataque seria direcionado especificamente às autoridades mencionadas e teria um caráter coordenado e de grande envergadura.

Informações indicam que um inquérito foi instaurado para apurar a situação. As investigações tratam todas as ameaças desse tipo como graves, buscando identificar os responsáveis e os métodos que seriam utilizados no ataque, com o apoio de diversas agências de segurança.

O caso está sob investigação sigilosa na recém-criada Divisão de Proteção e Combate ao Extremismo Violento (Dpcev) da PCDF e na Diretoria de Inteligência Policial (DIP) da PF. Ambas as divisões têm como foco a identificação e prevenção de ações extremistas que possam comprometer a segurança pública e a integridade das figuras envolvidas.

Recentemente, a Polícia Civil do DF prendeu um homem de 30 anos suspeito de planejar ataques em Brasília. Ele foi detido na Bahia durante uma ação de monitoramento, após informações sobre suas intenções. O suspeito foi transferido para o Distrito Federal para prestar depoimentos.

As investigações tiveram início a partir de denúncias anônimas, e o suspeito está sendo monitorado com medidas judiciais em andamento. A apuração se concentra na identificação de possíveis conexões com outros envolvidos em esquemas de ataque.

Outro incidente relevante ocorreu quando um homem estacionou um carro no quartel do Comando-Geral da Polícia Militar do DF, afirmando ter dispositivos explosivos que detonariam as sedes da Polícia Militar e da PF. Esse episódio gerou uma mobilização significativa das equipes de segurança, que atuaram para controlar a situação sem causar danos.

Além disso, em novembro, um homem-bomba se explodiu em frente ao STF, e relatos de testemunhas indicaram que ele planejava assassinar o ministro Moraes. As investigações sobre esse caso e as recentes ameaças continuam em andamento, com as autoridades comprometidas em rastrear qualquer envolvimento de grupos extremistas.