Belém, PA – A Itaipu Binacional iniciou sua participação na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém (PA), reafirmando seu compromisso com a transparência, a boa gestão e o desenvolvimento sustentável. O evento começa nesta quinta-feira (6), com a Cúpula do Clima, que prossegue até sexta-feira (7). O diretor-geral brasileiro, Enio Verri, participará da Plenária Geral de Líderes.

Em um gesto de transparência e prestação de contas, Itaipu divulgou publicamente os dados detalhados de cada investimento e ação relacionados à COP30. É possível consultar valores, objetivos e resultados esperados de todas as iniciativas no site oficial da empresa (www.itaipu.gov.br/cop30) e também no Portal da Transparência do Governo Federal, mantido pela Controladoria-Geral da União (CGU), acessível em portaldatransparencia.gov.br/cop30/itaipu.

A presença da Itaipu na COP30 está alinhada à sua missão institucional de produzir energia limpa e renovável com responsabilidade socioambiental. A empresa atua como agente de desenvolvimento sustentável em uma ampla região que abrange 434 municípios do Paraná e Mato Grosso do Sul, além de conduzir projetos estruturantes de legado em Belém (PA).

O histórico da Itaipu em conferências do clima é sólido. A usina já participou de diversas edições da COP, compartilhando experiências de sucesso em gestão ambiental, energias renováveis e integração regional. Nessas ocasiões, apresentou resultados concretos em áreas como restauração florestal, agricultura sustentável, gestão de resíduos e mitigação de emissões.

A gestão ambiental da Itaipu vai além da preservação: ela é essencial para a segurança hídrica e a longevidade da usina. As florestas e nascentes protegidas pela empresa garantem o fluxo do Rio Paraná, enquanto o equilíbrio climático é sustentado pelos chamados “rios voadores” da Amazônia, que transportam umidade e influenciam o regime de chuvas na Bacia do Paraná.

“A Itaipu não leva apenas energia limpa para a COP30 — levamos um modelo de desenvolvimento territorial sustentável, que alia alta tecnologia, como o hidrogênio verde, com inclusão social, como o apoio aos catadores”, afirmou Enio Verri. “Nosso legado é prova de que é possível gerar prosperidade e segurança hídrica respeitando o planeta e sendo totalmente transparentes com a sociedade. É esse compromisso binacional que vamos compartilhar com o mundo em Belém”, concluiu o diretor.

O impacto positivo de Itaipu também se reflete na economia brasileira. Em outubro de 2025, a energia gerada pela usina voltou a se destacar entre as mais baratas do país. O custo médio para os consumidores do mercado regulado foi de R$ 221,30 por megawatt-hora (MWh) — valor inferior ao das demais usinas cotistas e bem abaixo da média de compra das distribuidoras (R$ 307,29/MWh).

Esse resultado coloca Itaipu como a segunda geradora de energia mais competitiva do Brasil entre as que atendem o mercado regulado. O preço mais baixo é resultado direto de uma conquista histórica: a redução da tarifa de Itaipu, acordada entre Brasil e Paraguai após a quitação integral da dívida da usina em 2023.

Com a dívida paga e uma nova estrutura tarifária equilibrada, Itaipu passou a oferecer maior previsibilidade ao setor elétrico e modicidade tarifária garantindo energia acessível a milhões de famílias das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.

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