Foz do Iguaçu, PR – Com uma tarifa ainda mais competitiva em 2025, a Itaipu Binacional reforça sua contribuição direta para a redução das contas de luz dos brasileiros. Desde a quitação integral da dívida de construção, em 2023, a usina entrou em uma nova fase marcada pela eficiência operacional, estabilidade e tarifas acessíveis. Hoje, Itaipu consolida-se como a segunda produtora de energia mais barata do país, reafirmando seu papel estratégico no fornecimento de energia limpa, segura e de baixo custo para milhões de consumidores.

Tarifa mais competitiva do mercado

A competitividade da Itaipu é expressiva. Em outubro, o custo médio da energia fornecida à distribuidora CPFL Piratininga (SP), após o reajuste tarifário homologado pela ANEEL foi de R$ 221,30/MWh. O valor é menor que o das usinas cotistas da Lei 12.783/2013 (R$ 222,59/MWh) e bem abaixo da média de aquisição de energia pelas distribuidoras (ACR médio 2025), fixada em R$ 307,29/MWh.

Para 2026, a ANEEL projeta um valor médio de R$ 342,71/MWh, ampliando ainda mais a vantagem competitiva da hidrelétrica. “Essas reduções sucessivas consolidaram Itaipu como uma das fontes de energia mais competitivas do mercado regulado brasileiro, contribuindo para a modicidade tarifária ou seja, tarifas mais acessíveis e para a previsibilidade dos custos das distribuidoras”, destacou o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Enio Verri.

Eficiência e modicidade tarifária

Nos últimos dez anos, ao ser comparada aos contratos de leilões de energia realizados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Itaipu manteve posição de destaque. A usina apresenta a segunda tarifa mais competitiva entre todas as geradoras, ficando atrás apenas dos Leilões de Energia Existente (LEE), cuja média foi de R$ 217,60/MWh.

Em 2025, o custo da energia de Itaipu ficou 33,5% abaixo da média dos leilões da CCEE, estimada em R$ 362,20/MWh, consolidando-se como um dos ativos mais eficientes e vantajosos do setor elétrico brasileiro. “A tarifa praticada por Itaipu ficou abaixo até mesmo das usinas cotistas da Lei nº 12.783/2013. Essa economia reforça a importância da usina não apenas como fonte de energia, mas como instrumento de modicidade tarifária, beneficiando milhões de brasileiros”, afirmou o diretor financeiro, André Pepitone.

Energia firme, segura e sustentável

Diferentemente da maioria das hidrelétricas participantes do Mecanismo de Realocação de Energia (MRE), Itaipu opera com superávit de geração, ou seja, produz acima da sua garantia física na maior parte do tempo. Com isso, atua como doadora no sistema, ajudando a reduzir o custo do bloco hidráulico e fortalecendo a estabilidade financeira e operacional do setor elétrico nacional.

Mais de quatro décadas após o início de suas operações, Itaipu reafirma seu papel estratégico: fornecer energia limpa, confiável e sustentável, impulsionando o desenvolvimento conjunto do Brasil e do Paraguai.

Pilar de estabilidade do sistema elétrico

Com a expansão acelerada das fontes eólica e solar especialmente nas regiões Nordeste e Norte —, Itaipu assumiu uma nova função no Sistema Interligado Nacional (SIN): tornou-se um pilar de estabilidade operativa, garantindo entrega de potência na ponta e resposta rápida nos momentos em que o sol se põe.

Além de manter tarifas baixas e competitivas, Itaipu investe continuamente em modernização tecnológica, manutenção e atualização dos sistemas de geração e transmissão incluindo o sistema de corrente contínua que traz energia do Paraguai ao Brasil.

Sustentabilidade e longevidade

Os investimentos socioambientais da usina também se destacam. Programas de proteção de bacias hidrográficas, saneamento, reflorestamento e educação ambiental garantem a segurança hídrica e a produção de energia limpa por pelo menos mais 194 anos, tempo estimado de vida útil do reservatório.

“Nossa produção de energia começa muito antes da água passar pelas unidades geradoras. Nasce na proteção e na educação ambiental. É assim que garantimos hoje a estabilidade que o consumidor sente na conta”, afirma Enio Verri.

“Investir em sustentabilidade é proteger nossa missão e manter energia firme e acessível para o Brasil e o Paraguai”, completa o diretor-geral.

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