TEERÃ | IRÃ – O comando militar do Irã, por meio do porta-voz do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, anunciou nesta sexta-feira (3) o abatimento de um segundo caça furtivo F-35 Lightning II pertencente aos Estados Unidos. De acordo com o comunicado oficial, a aeronave foi atingida sobre a região central do território iraniano, resultando em uma explosão catastrófica que, segundo as autoridades locais, torna improvável a ejeção bem-sucedida do piloto.
Imagens da asa da aeronave destroçada foram divulgadas pela mídia estatal, enquanto a televisão iraniana convocou a população civil para auxiliar nas buscas por possíveis sobreviventes americanos em solo. Relatos da agência Associated Press e do portal Axios confirmam que Washington iniciou uma operação de resgate de alto risco na tentativa de localizar “dois pilotos” em território hostil.
O episódio marca um golpe profundo no prestígio do programa F-35, avaliado em trilhões de dólares e projetado para penetrar as defesas mais sofisticadas do mundo com total impunidade. O Irã afirma que a interceptação foi realizada com sucesso através do sistema de mira infravermelha Mayid, tecnologia de defesa nacional que já havia sido creditada pelo primeiro abate da aeronave no último dia 19 de março.
Especialistas militares apontam que a eficácia das defesas integradas do Irã deu um salto qualitativo após a adoção do sistema de navegação chinês Beidou em substituição ao GPS americano. Essa mudança técnica, consolidada após a chamada “Guerra dos Doze Dias” no ano passado, teria neutralizado as táticas de guerra eletrônica dos EUA, permitindo a derrubada de diversas aeronaves F-15, F-16 e F-18 ao longo do último mês de conflito.
A retaliação iraniana, denominada pela Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) como a operação Promessa Verdadeira 4, não se limitou ao espaço aéreo doméstico. Na madrugada desta sexta-feira, mísseis balísticos de precisão atingiram um local de encontro de engenheiros de voo e pilotos americanos nos arredores de uma base nos Emirados Árabes Unidos (EAU).
Além dos caças tripulados, as defesas iranianas reivindicam a destruição de:
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Drones MQ-9 Reaper: Mais de uma dúzia de unidades (avaliadas em US$ 30 milhões cada) foram abatidas;
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Radares Estratégicos: Estimativa de que 80% da rede de monitoramento dos EUA no Oriente Médio tenha sido neutralizada;
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Domo de Ferro: A rede de defesa israelense teria sido saturada por sucessivas ondas de mísseis e drones.
“O programa F-35 representou, por quase duas décadas, o auge da hegemonia militar americana. Ver essa plataforma de quinta geração ser interceptada repetidamente em solo nacional demonstra uma mudança tectônica no equilíbrio de forças da região.” — Análise técnica da HispanTV e veículos internacionais.
Até o fechamento desta edição, o jornal The New York Times informou que autoridades norte-americanas reconheceram a perda do caça, embora o Pentágono ainda não tenha divulgado o número oficial de baixas ou o status da missão de resgate nos Emirados Árabes. A situação na Tríplice Fronteira e em outras regiões estratégicas segue sob observação devido ao impacto global nos preços de energia e na estabilidade política.
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