Foz do Iguaçu, PR – O diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri, participou da cerimônia de assinatura da ordem de serviço para a construção da Policlínica Municipal de Foz do Iguaçu. O evento foi realizado no auditório da Fundação Cultural do município e reuniu autoridades federais, estaduais e locais.
A agenda contou com a presença da ministra da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, do secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, além de diretores da Itaipu e representantes do poder público municipal.
A nova policlínica será construída no bairro Morumbi e terá área total de 3.731 metros quadrados. O investimento do Governo do Brasil é de R$ 30 milhões. A unidade foi projetada para oferecer consultas multidisciplinares, exames de diagnóstico e pequenos procedimentos, ampliando a capacidade de atendimento da rede pública de saúde no município.
Durante a cerimônia, a ministra Gleisi Hoffmann destacou o papel estratégico de Foz do Iguaçu no atendimento regional em saúde.
“É uma cidade na tríplice fronteira, que tem demanda de saúde dos municípios da região, mas também até do Paraguai, e a gente precisa dar suporte e sustentação”, afirmou.
A ministra também mencionou ações de apoio da Itaipu ao sistema hospitalar do Paraná, incluindo parcerias com a Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Paraná (Femipa) para instalação de sistemas de energia solar em unidades de saúde.
Sobre o tema, Enio Verri ressaltou os investimentos da Itaipu em iniciativas voltadas ao setor.
“A Itaipu tem investido muito na saúde pública. Reduzindo a conta de custos dos hospitais, sobram mais recursos para investir na qualidade de vida”, disse.
Representando o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o secretário-executivo Adriano Massuda destacou que a construção da policlínica integra um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
“Assim como o SUS, o maior sistema público de saúde do mundo, a Itaipu é motivo de orgulho para o nosso país”, afirmou.
Segundo o projeto do Ministério da Saúde, a policlínica funcionará como um centro de apoio diagnóstico e atendimento especializado. A unidade contará com especialidades médicas e não médicas definidas a partir do perfil epidemiológico da 9ª Regional de Saúde, com atenção especial às doenças crônicas não transmissíveis e à saúde da mulher.
A estrutura será organizada em blocos funcionais para otimizar o fluxo de pacientes e permitir a realização de exames diagnósticos, como eletrocardiogramas e ecografias, além de pequenos procedimentos cirúrgicos sem necessidade de internação.
O projeto também prevê a incorporação de tecnologias médicas, como retinógrafo e eletrocardiógrafo digital, com o objetivo de ampliar a capacidade de diagnóstico e resolução da rede municipal de saúde.
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