Foz do Iguaçu, PR – Foz do Iguaçu figura entre os municípios com menor tempo médio para abertura de empresas no Brasil. A cidade ocupa a quarta colocação no ranking nacional divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), elaborado com base em dados da Redesim, sistema integrado do governo federal. O tempo médio para concluir o processo de formalização é de 2,8 horas, considerando as etapas de viabilidade e registro.

Na Região Sul, Foz do Iguaçu aparece na terceira posição, atrás apenas de Curitiba (PR) e Cascavel (PR). O desempenho coloca o município à frente de cidades como Criciúma (SC), Maringá (PR), Ponta Grossa (PR) e Florianópolis (SC), reforçando o ambiente favorável ao empreendedorismo local.

O ranking avalia o tempo necessário para a formalização de novos negócios e é utilizado como indicador de eficiência administrativa, desburocratização e competitividade municipal, reunindo informações de cidades de todo o país.

Os dados de abertura de empresas também refletem esse cenário. Em 2024, Foz do Iguaçu registrou 9.756 novos empreendimentos formalizados. Em 2025, o número subiu para 11.094, um crescimento de 1.338 empresas em relação ao ano anterior.

Para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Agricultura, Edinardo Aguiar, o resultado consolida a estratégia adotada pela gestão pública. “Esse reconhecimento nacional demonstra que Foz do Iguaçu está no caminho certo ao priorizar a desburocratização, a modernização dos processos e o trabalho articulado entre as secretarias e instituições parceiras. Criar um ambiente favorável para quem empreende é fundamental para gerar emprego, renda e desenvolvimento econômico sustentável para a cidade”, afirmou.

A diretora de Empreendedorismo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Agricultura, Edna Rubio, também destacou o trabalho conjunto da administração municipal. “A atuação integrada tem sido fundamental para simplificar processos e garantir mais agilidade para quem quer empreender em Foz do Iguaçu”, ressaltou.

O indicador utilizado pelo Ranking de Competitividade dos Municípios considera duas etapas do processo de abertura de empresas. A primeira é a viabilidade, que corresponde à análise prévia feita pela administração pública sobre a adequação do endereço e do nome empresarial à atividade pretendida. A segunda é o registro, que envolve a análise do órgão registral integrado à Redesim como Junta Comercial, Cartório de Pessoa Jurídica ou OAB para a obtenção do CNPJ junto à Receita Federal.

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