Justiça por Zarhará!
Viver era um direito dela!
Nota de Repúdio e Solidariedade
O Colegiado do Centro de Direitos Humanos e Memória Popular de Foz do Iguaçu (CDHMP-FI) vem a público manifestar seu repúdio ao crime bárbaro ocorrido contra a jovem Zarhará Hussein Tormos e se solidarizar com a família da vítima de tamanha atrocidade.
Viver era um direito dela!
Zarhará, jovem de 25 anos, estava desaparecida desde o dia 26 de fevereiro e foi encontrada sem vida, com sinais de ferimento por bala, dois dias após seu desaparecimento. Lembramos que a morte da jovem ocorre próximo ao Dia Internacional da Mulher, com fortes indícios de que o caso seja um feminicídio.
É intolerável que homens utilizem sua força física para coibir, maltratar, intimidar, diminuir e mostrar poder sobre as mulheres. A cada seis horas, uma mulher é vítima de feminicídio no Brasil.
Toda forma de violência contra a mulher deve ser apurada e punida conforme a lei. Reivindicamos uma solução imediata e urgente para o crime e as circunstâncias que envolvem essa perda irreparável para a família Tormos e para a sociedade iguaçuense.
Manifestamos o mais profundo repúdio a qualquer forma de violência contra a mulher. Essa atitude é uma violação dos direitos humanos e uma afronta à dignidade e integridade das mulheres. Os membros do Colegiado do Centro de Direitos Humanos e Memória Popular de Foz do Iguaçu (CDHMP-FI) exigem das autoridades uma resposta rápida e eficaz à sociedade em relação à morte de Zarhará Hussein.
Reafirmamos nosso compromisso com a busca pela efetivação dos direitos das mulheres, igualdade de gênero e proteção aos direitos das mulheres. Precisamos dar um basta à violência contra as mulheres! Conclamamos a sociedade a se unir contra a violência de gênero, denunciando e apoiando as vítimas em sua busca por justiça.
Justiça por Zarhará!
Colegiado do Centro de Direitos Humanos e Memória Popular de Foz do Iguaçu (CDHMP-FI)
Foz do Iguaçu, 03 de março de 2025.