Foz do Iguaçu, PR – A Luigia Pizzeria, com atuação no Oeste do Paraná, voltou a figurar entre as 50 melhores pizzarias da América Latina, segundo o guia internacional 50 Top Pizza Latin America 2026. É o terceiro ano consecutivo em que o estabelecimento aparece no ranking, consolidando a presença do interior paranaense no circuito gastronômico internacional.

Nesta edição, a casa ocupa a 27ª posição no continente, além de figurar como a 13ª melhor pizzaria do Brasil e a mais bem colocada da região Sul.

O anúncio foi feito durante cerimônia realizada no Istituto Italiano di Cultura, com participação de especialistas, chefs e pizzaiolos de diversos países. O ranking é considerado um dos principais guias internacionais dedicados à pizza artesanal.

A avaliação é feita por críticos independentes e leva em conta critérios como qualidade dos ingredientes, técnica, regularidade e experiência oferecida ao público.

A permanência da pizzaria no ranking ao longo dos anos evidencia uma trajetória consistente. Em 2025, a Luigia ocupou a 24ª posição. Em 2024, apareceu em 23º lugar, sendo a única representante do Paraná na lista.

A repetição do reconhecimento indica continuidade de desempenho em um cenário historicamente concentrado em grandes centros gastronômicos.

Tradição e padronização

A proposta da casa está baseada na pizza napoletana, prática reconhecida pela Unesco como patrimônio cultural imaterial. A manutenção de padrões técnicos e o uso de ingredientes específicos são elementos centrais para a permanência no ranking.

“Estar entre as melhores aumenta a responsabilidade de manter o padrão e a atenção aos detalhes”, afirmou Luiza Zenatti Fadanelli, que representa a marca.

Segundo a empresária, o trabalho está centrado na repetição de processos e no respeito à tradição, sem abrir mão da qualidade no atendimento.

Além da Luigia, o grupo empresarial ao qual a pizzaria pertence reúne outros estabelecimentos gastronômicos na região, reforçando a presença do Oeste do Paraná no setor.

O resultado do ranking amplia a visibilidade da gastronomia regional e reforça o movimento de descentralização de referências culinárias no país, historicamente concentradas em capitais.

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