Foz do Iguaçu, PR – Na tarde deste domingo, 21 de setembro, a Praça da Paz, em Foz do Iguaçu (Paraná), foi o cenário de uma manifestação contra a PEC da Blindagem e o PL da Anistia. O evento reuniu cidadãos e cidadãs de diferentes setores populares, sociais e políticos que defendem mudanças no Congresso Nacional e maior representatividade para trabalhadores, mulheres e negros.

Nos discursos dos manifestantes e nos refrãos cantados por militantes, o foco principal foi a demanda para que o Senado rejeite a PEC e que o projeto de anistia seja encerrado, defendendo a responsabilização de parlamentares e condenados por crimes graves.

Durante a manifestação, os participantes também reforçaram a importância de ocupar tanto as ruas quanto as redes sociais com pautas e bandeiras que reflitam os interesses da população. Segundo os organizadores, o objetivo é conscientizar a sociedade sobre a necessidade de um Congresso que priorize os direitos dos trabalhadores e as demandas sociais.

O ato também destacou a proximidade do período eleitoral de 2026, enfatizando que a mobilização política deve começar imediatamente. Entre as reivindicações estavam o fim da escala seis por um (6×1), a taxação de bilionários e a rejeição à anistia para golpistas.

Já no contexto nacional e internacional, milhares de pessoas se manifestaram nas ruas em pelo menos 18 capitais brasileiras e em cidades do exterior, como Londres e Berlim. Os atos ocorreram ao longo do dia em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Recife, Porto Alegre, Florianópolis, Teresina, Campo Grande, Fortaleza, João Pessoa, São Luís, Salvador, Belo Horizonte, Manaus, Belém, Natal e Maceió, reunindo artistas, políticos e movimentos sociais. Cartazes e faixas pediam “sem anistia” e criticavam deputados que votaram a favor da PEC, enquanto manifestantes cantavam, carregavam bandeiras e destacavam a necessidade de que todos os cidadãos estejam sujeitos à lei, sem privilégios.

Foto: Tamires Souza.

 

 

 

 

Voir cette publication sur Instagram

 

Une publication partagée par Fronteira Livre (@portalfronteiralivre)