O filme “Ainda Estou Aqui” alcançou a marca de quinta maior bilheteira da história do cinema brasileiro, arrecadando R$ 85,41 milhões desde sua estreia em novembro de 2024. A produção de Walter Salles, que já atraiu 3.868.458 espectadores, ganhou novo impulso após receber três indicações ao Oscar 2025, conforme dados da Agência Nacional do Cinema (Ancine).
Atualmente, o ranking dos filmes brasileiros com maior bilheteira é liderado por “Minha Mãe É Uma Peça 3” (2020), que arrecadou R$ 169,8 milhões, seguido por “Minha Mãe É Uma Peça 2” (2016), com R$ 124,6 milhões, e “Nada a Perder” (2018), com R$ 120,2 milhões. O quarto lugar é ocupado por “Os Dez Mandamentos – O Filme” (2016), que arrecadou R$ 116,8 milhões. Completa o Top 10 os filmes “O Auto da Compadecida 2” (2024), “Os Farofeiros” (2018), “Minha Irmã e Eu” (2023), “Turma da Mônica – Laços” (2019) e “Fala Sério, Mãe” (2018).
A trama de “Ainda Estou Aqui” é uma adaptação do livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva e se passa nos anos 1970, durante a ditadura militar no Brasil. O filme acompanha a história da família Paiva, representada por Rubens (Selton Mello), Eunice (Fernanda Torres) e seus filhos, cuja vida muda drasticamente quando Rubens Paiva é levado por militares e desaparece sem deixar vestígios.
O elenco inclui ainda Valentina Herszage, Maeve Jinkings, Antonio Saboia, Olívia Torres, Humberto Carrão, Dan Stulbach, Charles Fricks, Luiz Bertazzo, Caio Horowicz e Daniel Dantas.
“Ainda Estou Aqui” continua em cartaz nos cinemas brasileiros e é a principal aposta do Brasil no Oscar em quase duas décadas. A última vez que o país foi lembrado na categoria foi em 2008, com “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”, que esteve na lista de pré-selecionados para Melhor Filme Estrangeiro.
Recentemente, veículos especializados como The Hollywood Reporter, Variety, The New York Times e Deadline apontaram “Ainda Estou Aqui” como um dos principais concorrentes na corrida pelo Oscar.