Em São Paulo, as pequenas e médias empresas chegaram ao final do ano com queda de 0,6% no faturamento real, segundo dados do Sebrae-SP. Ainda assim, empresas que conseguiram se diferenciar da média chegaram a dobrar o faturamento anual.
Fundada em 2012, a Printi, que comercializa material gráfico pela internet, registrou crescimento de 190% em 2014. Os grandes eventos realizados no Brasil naquele período aumentaram a necessidade de divulgação, e a própria crise econômica influenciou o desempenho do setor.
“Estamos em contato com empresas no exterior e vimos que 2008, quando estourou a crise internacional, foi o melhor ano para esse tipo de empresa de gráfica online pelo simples fato de que as empresas queriam minimizar custos”, explica Mate Penczs, fundador da Printi.
Com orçamentos mais restritos, muitas empresas passaram a substituir grandes agências de publicidade por fornecedores menores e mais flexíveis, abrindo espaço para modelos de negócio digitais e operações enxutas.
Wikileaks revela: como estratégia dos EUA na Síria facilitou ascensão do Estado Islâmico